quinta-feira, 30 de maio de 2013

ANEXOS

TEXTO DA AUTORA

A GAIOLA
Porque minhas tranças estavam macias e lustrosas, a pele de meu rosto sabia a fruta veludosa, fresca e furta-cor, deitei-me naquele dia sob a telha de vidro da gaiola, na longa rede cheirosa de sabão preto feito em casa mesmo. Foi esse o início de um destino esquerdo, que me marcou a testa a fogo e me fez arrastar uma banda do coração como um toco de carne empedrado pela vida afora. Daí mais um pouco fui embranquecendo os fios do cabelo da fronte, e meus olhos acharam por bem esburacarem-se parecendo por fim a dois lagos meio verdes meio azuis, esfumaçados pela neblina que saía da chaminé  daquela casa onde, à beira do fogão, encostei meu umbigo temperando as sopas dos meninos e pondo o leite pra ferver, porque desde cedo me secaram as tetas e o jeito era recorrer ao leite das cabras do quintalão de pedras e, também, porque minha bisavó, que ainda falava e orava com um fio de voz e se  cobria num canto do quarto escuro, como uma mancha no ermo, dizia e  repetia que crianças de dentes fortes e olhos vivos devem beber leite de cabra já que as mães se secam muito cedo, por dentro e por fora de tanto arrancarem pedacinhos de carne e sustança do suco de ossos e sangue para sovar o dia do marido que vem chegando, levantando a voz como se nascesse rei e o bando de filhos seus primeiros súditos.
            E alisava o bigode e a traseira das ajudantes da mãe de olhos afundados e sempre prenhe e murchada no silêncio, e mesmo que se desse  corda nos relógios, eles pouco diziam.
            Naquele atropelo, nem sabia mais se seria eu aquela de tranças macias, com enormes riscos de fio de ouro ou se era aquela da parede suspensa na fotografia oval de minha tia, já entrada em anos, tendo um xale preto nos ombros e um véu cheio de buraquinhos e muito escuro lhe tapando  o olhar e de fora os beiços que mais se afinaram, porque pararam de rir antes da hora.
E o homem de botas chegava pronto para o almoço e queria as travessas areadas na mesa de forro branco, e que não demorasse o vinho e que não fizessem barulho para não o atrapalhar a  ouvir o próprio mastigar e que não interrompessem seus pensamentos sérios, porque só ele quem pensava na casa e o resto era gente feita de barro duro e mole, mas que de alguma forma servia-lhe para ajeitar a cama, o banho e as  necessidades mais urgentes, porque as derradeiras podia arrumar nalguma esquina, de preferência naquelas casa onde as moças nem eram tristes nem eram alegres, mas deitavam tendo sempre um perfume adocicado nos dedos cheios de anéis de pedras de cores meio foscas, pois muitas vezes quando lavavam roupa dos filhos se esqueciam de tirá-los e deixá-los sobre a mesinha-de-cabeceira junto ao chá de erva-cidreira, que é  minguador do nervoso de cada dia.
E foi entrando o tempo pra lá pra cá, tecendo um rendado feito as cortinas costuradas nas janelas da sala de visitas. E minha voz, que já pouco falava, foi emudecendo de fora para dentro e no que mais emudeci, perdi o jogo da cintura e o gosto de língua, comecei a repousar três vezes ao dia, sempre de lado, porque abriu uma rosa muito macia e dolorida do lado esquerdo; todo cuidado é pouco, se ferisse a flor, a carne de meu próprio corpo tremia tanto, que poderia  cair  no assoalho mais parecido a um espelho de tanta cera. Pouco é a minha valia e serventia agora e, por isto, passei a ficar no escuro, embora não chegasse nem à metade da minha bisavó, que ainda vivia e num fio de orava e danava com as coisas das quais não apetecia.
Minha mãe, por ser morena como uma índia, nunca dormia e feita de sereno não cansava de trabalhar nas tarefas de agulhas, fazendo uns panos compridos, outros coloridos e enfeitando a casa da família inteira. Ela até se misturava com o sol, que nascia e que entrava, não parando a sua labuta, a não ser por poucas, horas, quando o silêncio e os cachorros no escuro sentiam que a noite era pesada demais.
Por causa dos quefazeres todos e do aloite  com a vida, minhas  veias murcharam nos braços e as coisas me caíam das mãos dado à fraqueza que rodeava meus  pulsos.
De vez em quando, alguém entrava no quarto e bem eu ouvia,  alguém entrava no quarto e bem eu ouvia “ precisa de alguma coisa? ”, mas o que eu precisava ninguém me dera nunca, desde que vagi primeiro. Também a minha voz pouco queria sair e quem perguntava nem sabia se haveria resposta ou estava com pressa, já fechava a porta atrás de si, e nem que eu gritasse não ouviria mesmo. Mas eu não gritava nunca, aliás, pouco gritei enquanto mais forte.
Foi por isso que no espelho do quarto me vi pela última vez, com jeito de quem veio errado  viajar no mundo.
O espelho ainda está lá pendurado, mas as janelas abriram e as moças, filhas que carreguei no ventre, se olham nele mas não abaixam as pestanas, nem calam a boca. Pelo contrário, falam muito umas com as outras e com os homens lá delas. Até que não me preocupo mais, quase nem é preciso, porque essas moças abriram as portas e janelas, arejaram a casa e nem todas vão se  deitando sob a telha de vidro enluarado nem ficam feito bonecas de louça quando lhes alisam os cabelos e os pelos. Elas abriram todas as janelas e vejo que o sol entra com vontade, deixando um rendado nas tábuas, de modo que não as fechem na gaiola nem a dependurarem no caibro mais alto da varanda, igual foi acontecido comigo e muitas mulheres de minha geração e de muitas outras gerações antes de eu nascer.

            FARO, Augusta. A Friagem. São Paulo; Global, 2001




domingo, 7 de abril de 2013

RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA


RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA

Atividade sugerida para ser realizada no laboratório de informática: pesquisa

            Essa atividade foi desenvolvida com uma turma de alunos do 1º ano do Ensino Médio da E. E. Professora Maria Machado, os quais muito contribuíram para a realização deste trabalho. A proposta foi trabalhar gênero e as características do conto abordando o tema: “A mulher ao longo da história”, por ser um tema de grande amplitude elaboramos um roteiro para subsidiá-los na busca de informações na internet. A professora da turma já havia introduzido o conteúdo e nossa colaboração foi apenas na atividade prática no laboratório.
            1- Como era vista a mulher na sociedade patriarcal?
            2- Qual o perfil da mulher contemporânea?
            3-Atualmente, qual a participação da mulher nos espaços de poder? A posição ocupada pelo sexo feminino sempre foi a mesma ou sofreu alteração ao longo da história?
            4-Listar alguns nomes de mulheres que contribuíram para a cultura no Brasil                   (escritoras, artistas...).
             Foi surpreendente o envolvimento dos alunos na realização dessa tarefa, apenas uma das equipes precisou de intervenção da professora, mas quando entendeu o assunto prosseguiu sem nenhuma dificuldade. Navegaram por vários sites sem se perderem ou desviarem do assunto; descobriram informações relevantes sobre o tema proposto. Além disso, cada equipe investigava seguramente sobre o tema buscando pontos de vista diferenciados, fizeram anotações de vários autores que escreveram a respeito da temática, chegando a conclusões interessantes.          
            Quanto ao relacionamento entre as equipes, durante o trabalho, foi harmonioso e perfeito, pois houve uma colaboração recíproca entre os componentes.
            Em se tratando de ambiente, não podemos dizer o melhor, uma vez que o laboratório de informática da escola está localizado num espaço físico muito pequeno, portanto não deu para acomodar adequadamente a todos. Sendo que, alguns alunos permaneceram em pé durante a pesquisa, contudo se dispuseram a fazer a atividade com muito interesse. Quanto aos computadores, todos estavam funcionando bem.
A pesquisa no laboratório durou aproximadamente cinquenta minutos. Em seguida, retornamos à sala de aula e fizemos a projeção de um vídeo de curta duração: “História das mulheres”, de Jhony Skeika, disponível no site http://www.youtube.com/watch?v=_PJ0zyTF414, cujo assunto está relacionado com o tema da pesquisa e do conto a ser analisado posteriormente.
Logo após a exibição do vídeo, foi distribuída uma folha xerocada do conto “A Gaiola”, de Augusta Faro, para que eles pudessem ler o texto, discutir e realizarem anotações sobre a representação da mulher no conto em questão.
Em um momento posterior, foi realizado um debate, no qual os alunos fizeram colocações acerca da imagem feminina no conto analisado estabelecendo relações com a pesquisa realizada e o vídeo assistido.   
            Acreditamos que o objetivo proposto foi alcançado, pois houve entusiasmo, envolvimento, interesse e participação de todos; inclusive postagens no facebook pelos alunos acerca do trabalho desenvolvido.
            Vale ressaltar que, foi sugerida, por alguns alunos, a realização de mais aulas como as que foram realizadas no decorrer desse trabalho.
            Com relação às possibilidades de uso dessa aula por outras disciplinas, observamos que a temática do conto, vídeo e a pesquisa desenvolvida no laboratório de informática, bem como os procedimentos adotados, poderiam ser facilmente adaptados para outros contextos como as disciplinas: História, Sociologia e Filosofia, bem como nas extensões de séries do segundo e terceiro anos do Ensino Médio. Sendo que Filosofia abordaria a questão da emoção e a razão nos gêneros; História trabalharia a posição ocupada pela na mulher na sociedade patriarcal e a que ela ocupa na contemporaneidade; já na disciplina de Sociologia, exploraria como era a família na sociedade patriarcal, enfatizando a questão dos grupos sociais.
           

ATIVIDADE PRÁTICA


PLANO DE AULA
ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA MARIA MACHADO
DISCIPLINA:   PORTUGUÊS                     SÉRIE :  1º ano - E. M



PROFESSORAs Waldhett   Barbosa  Matos
                                Maria Clarice Alves Fonseca
                                Maria Valderice  Moreira Rodrigues



TEMAA mulher ao longo da história

 TEMPO PREVISTO :  1h10

 CONTEÚDO:  contos


OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
. Inferir as características, o contexto histórico e literário do gênero do conto.
.Desenvolver  a   sensibilidade estética, a imaginação, a criatividade e o senso crítico.
.Apropriar de comportamento leitor  por meio de socialização de atividades desenvolvidas pelos professores e pelos colegas.
.Apreciar a literatura explorando texto literário com seus elementos constitutivos e sua relação com o contexto de criação.


PROCEDIMENTOS DE ENSINO
Pesquisa na Internet
Projeção de vídeo exibida no data show
Trabalho em grupo
Aula expositiva dialogada
Apresentação de trabalhos


RECURSOS  DIDÁTICOS
 Computador ligado à internet
Data show
vídeo
Câmera digital
folhas xerocadas
lápis
 caneta
folha  sulfite

ENCAMINHAMENTOS   METODOLÓGICOS

Primeiro momento
Levantar-se-á  o conhecimento prévio dos alunos sobre o  gênero conto e suas classificações. A seguir, a  professora da turma fará uma abordagem sobre o enredo, as características, tempo e personagens do  gênero textual em estudo.
Em seguida, levar os alunos ao laboratório de informática e pedir a eles para  fazer uma pesquisa sobre o tema sugerido: a mulher  ao longo da história, estabelecendo um prazo de, aproximadamente, uma hora, para que eles possam  fazer as anotações mais  importantes e concluir os dados da pesquisa.

 Roteiro elaborado para pesquisa.
1- Como era vista a mulher na sociedade patriarcal?
2- Qual o perfil  da mulher contemporânea?
3- Atualmente qual  a participação da mulher nos espaços de poder? A posição ocupada pelo sexo feminino sempre foi a mesma  ou sofreu alteração ao longo da história?
4- Listar alguns nomes de mulheres que contribuíram para  cultura no Brasil.

Todas as ações e envolvimento dos alunos, dentro do laboratório, serão observados e  registrados pelos professores.

Segundo momento
Retornar à  sala de aula.  Usando o data show a professora apresentará   o vídeo :"  "  , de curta duração. Após  a exibição deste,  provocar  uma discussão  com os  alunos  sobre a temática enfocada  no vídeo  enfatizando, sobretudo, o papel da mulher ao longo da história.
Todas as  participações  e procedimento s  dos alunos  em relação a aula  serão registrados.

Terceiro momento
Distribuir  para os alunos uma cópia xerocada do conto  A GAIOLA  da autora  Augusta Faro pedir a eles para ler, discutir e analisar o papel da representação da mulher dentro desse conto. O professor deverá orientá-los a fazer a leitura do conto compartilhando ideias e opiniões. Possibilitar a eles  um tempo satisfatório para que eles possam  ler e discutir entre si.
O momento deverá também  ser   observado e registrado pelos professores.

Quinto momento
A professora  mediará  um debate no qual os alunos usando como  embasamento teórico o conto escrito, a pesquisa e o vídeo, farão a socialização do trabalhos da aula daquele dia. A estratégia é definir a importância da representação feminina, comparando o tema em cada gênero estudado, conduzindo-os a ter  uma visão crítica sobre  da representação da  mulher na sociedade ao longo da história.
Solicitar aos alunos que façam a socialização extraclasse também, já que todos eles têm facebook, postar e compartilhar para a comunidade, a opinião deles sobre o trabalho desenvolvido em sala de aula com eles nesse dia,  ou expressar o ponto  vista sobre o papel da mulher na sociedade.


Avaliação

Participação e a interação do aluno no decorrer das atividades.
Registro fotográfico.
Postagem  no  facebook


























CONCEITUANDO HIPERTEXTO


HIPERTEXTO

Em  tempos  modernos  a  tecnologia da informação tem sido uma grande  aliada do homem, são vários os recursos no meio digital os quais contribuem para que a comunicação seja mais completa e eficiente, um dos  exemplos que podemos citar é o hipertexto. Vejamos o que está na enciclopédia digital Wikipédia:  
Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.
De acordo com as informações contidas no conceito acima fica nítido que podemos  entender que a comunicação provoca mudanças em nossa maneira de ler o texto, cada link ou ícone clicado descortina-se um  riqueza de variedades de assuntos que podemos explorar, um  emaranhado de grandes explicações e possibilidades anexada ao texto base.
Conforme diagrama  abaixo percebe-se que  o hipertexto  está construído por rede  que reúne informações em formato heterogêneo diferente do texto comum, não há uma  linearidade,  o leitor  pode  interagir        com     outros  elementos  tornando  o processo de leitura mais dinâmico e envolvente.
O texto é colorido e as letras, eterna surpresa;                                                                         
 a imagem  por ser surpreendente e a surpresa
opcional;  o som  aparece ou não e, ao cansarmos de
escutar, olhamos, cansando de olhar, lemos; cansando  de
de ler, dialogamos com hindus ou  chineses, e no velho
estilo, cansando de tudo, desligamos. (Bairon,1965).

As palavras  de  Bairon  nos descreve  de forma
criativa, e até mesmo poética, o que pode conter
um hipertexto.De maneira inusitada o espaço pode ser um local de interatividade e passível de abrigar as mais diversificadas informações on line.

Portanto, o hipertexto pode ser um incentivo que pode enriquecer as nossas aulas e, um valioso recurso que pode contribuir para que nossos alunos  ampliem o universo do seu aprendizado de forma atrativa.

                                        

PERCEPÇÕES AO NAVEGAR POR HIPERTEXTOS LIVREMENTE-


Navegar à deriva

Enveredar  por  caminhos  desconexos, sem rumo num    vasto mundo de informações, nos indica um rumo incerto, por caminhos desconhecidos entre tão desencontradas ideias, imagens, sons e teorias, convincentes ou não, assim é experiência de navegar à deriva.
É sempre um desafio, pois  instiga nossa curiosidade em buscar novos links, aprofundar nos conteúdos que estão expostos observando a riqueza e a variedade de assuntos que podem ser explorados a cada nova busca, num vaivém de informações nas mais diversas áreas do conhecimento. Os inúmeros links que vão se abrindo, facilitam a compreensão do que está sendo pesquisado;  é como uma mágica, basta digitar a palavra e... pronto! Penetramos num mundo fantástico!
À proporção que avançamos  vamos  nos  aprofundando num emaranhado  sem limite de informações, implica ir além das fronteiras a fim de olhar, adentrar  sem receio por  caminhos novos para uma desafiadora realidade: palavras, imagens coloridas ou não, vão compondo um cenário espetacular e enriquecendo o universo de quem gosta de se aventurar em busca de conhecimentos.
 Não sei quantos sites visitei ou mesmo quantos  links cliquei, mas o importante é que não me perdi durante a pesquisa a procura do conceito de hipertexto e consegui alcançar o objetivo proposto.
A experiência de navegar à deriva é fascinadora, mas ao mesmo tempo, é preciso termos criticidade  para selecionar o que é útil e descartar o que é inútil,  pois o próprio emaranhado  pode deturpar a comunicação com fartas informações inseguras é preciso, então, ter cautela e precaução para não nos enveredarmos por caminhos inseguros.


TECNOLOGIAS NA E. E. MAJOR ALEXANDRE RODRIGUES


   As tecnologias na educação são consideradas hoje recursos importantes na medida em que modifica e amplia a forma de mediação entre professores e alunos e  no ensino/aprendizagem, rompendo o pensamento hierarquizado dessa relação.
   O assunto abordado na  entrevista  com os professores foi: Como as TIC's estão sendo utilizadas pelos professores da Escola Major Alexandre com seus alunos e o real acesso dos alunos e educadores a estas tecnologias. 
  O quadro docente da escola é composto de vinte e cinco professores; para realizar este trabalho foram entrevistados quinze desses, questionando-os sobre o uso dos  recursos tecnológicos em sua prática pedagógica. Os dados obtidos revelaram que o uso das tic's ainda é incipiente, visto que, alguns docentes desconhecem o funcionamento de alguns desse recursos e não têm capacitação, diante do que a escola  oferece e disponibiliza. 
  Pelo levantamento feito na escola  cientificamos que a escola possui os seguintes recursos tecnológicos: computadores, data show, notebook, câmera digital, áudio, impressora, calculadora, retroprojetor, filmadora, sistema de som amplificado, fax, tv,aparelho de DVD, e outros...
  Tal pesquisa serviu ainda como diagnóstico para uma reflexão e maior conscientização acerca do uso das novas tecnologias e sua importância na complementação da aprendizagem dos alunos.
   Embora muitos alunos já sabem lidar com várias tecnologias em sua rotina, percebemos que, o uso dos recursos disponíveis na escola são pouco utilizados no cotidiano escolar. O uso se restringe a visitas esporádicas ao laboratório de informática, onde alguns  professores trabalham com pesquisas, jogos interativos e o uso de rede sociais.
 Portanto, chegamos a conclusão que mesmo a escola estando bem equipada, estes recursos tecnológicos estão sendo pouco utilizados por falta de qualificação dos profissionais, deixando de lado seu principal objetivo que é formar cidadãos preparados para analisar criticamente os excessos de informações e transformações ocorridas na atualidade.